Festival Periferias em Cena! – Dia 27 de Agosto

Salve, leitores do blog da Família Periferias em Cena!

Tinha um tempo que eu não escrevia aqui, mas esse post é mais do que especial!

Sábado passado (27/08), rolou o I Festival Periferias em Cena, no Campus Rio de Janeiro, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRJ, antigo CEFETQuímica), e o que não faltou nesse festival foram atrações, muita animação e um show de produção dos alunos do curso.

O festival começou com um vídeo produzido pelos alunos, onde este continham imagens que foram tiradas ao longo do curso, da Visita técnica as cidades históricas de Congonhas, Mariana e Ouro Preto, das aulas, entre outros momentos da turma.

Após, a abertura do evento continuou com a Mesa de Abertura oficial, onde estiveram presentes o representante do MEC, Luiz Edmundo Vargas de Aguiar, o Pró-Reitor de Extensão indicado, Rafael Almada, o representante da Direção-Geral e Diretor de Ensino, Cristiano Ponte e a Coordenadora de Extensão do Campus Rio de Janeiro e Coordenadora-Geral do Curso, Pâmella Passos.

Depois de toda a solenidade oficial da mesa de abertura com os representantes da instituição, o I Festival Periferias em Cena teve início, e as atrações não deixaram a peteca cair!

Esquetes, sarau, exposição de quadros, apresentações de teatro, capoeira, partidas de futebol masculino e feminino, discotecagem, sessões de Cromoterapia, apresentações de dança de rua, dança de cadeirantes, rap e encerrando esse sábado de atrações, rolou uma roda de Funk com a APAFunk, que colocou todos os presentes pra dançar.

Foi um sábado que sem dúvida foi muito especial pra todo mundo da organização do festival e pra todos os que vieram prestigiar oevento e que com certeza, vai ficar marcado!

Bom, acho que é isso!

Foi trabalhoso, cansativo, entretanto, um prazer enorme por ter feito parte desse projeto!

Abraços e um até breve!

Por Victor Baetas

Festival Periferias em Cena

Não Percam! Dia 27 de agosto no IFRJ às 9h

Confira a programação no folder abaixo:

 

                                                                                                                                                                                        

                                                                                                                                             SINTONIA

Aguçar os sentidos
Sentir a vida em cada canto,em cada momento
Sintonizar com o inexplicável, o invisível, mas presente  em todos os momentos e participando das vidas daqueles que sentem,entendem, acreditam, aceitam e respeitam tudo que é vivo seja em que forma for.
Respire, sinta
Se deixe levar e se envolver por essa atmosfera, inebriante, enigmática e prazerosa que é simplesmente SER.
Se deixe levar
É simplesmente maravilhoso e inexplicável.
O som,o vento, energia do lugar, tudo nos leva a tempos talvez vividos ou quem sabe aqui repetidos de formas e maneiras diferente  se repetindo ao longo dos séculos, ou quem sabe até  se repetindo por toda a eternidade do SER

Geysa Passos
Ouro Preto – mina do Chico Rei – julho de 2011

Filhos da Periferia

Poesia escrita pela aluna Rosana Victor durante a visita técnica a Ouro Preto:

Numa manhã tão fria
Lá estão reunidos.

Filhos das periferias!

Na mente um sonho
E no peito a utopia.

De levar e dividir
Encanto e a alegria.

Tão simples e tão complexos
No desejo de autonomia
Assim são eles.

Filhos das periferias!

Dividem os espaços
Sonhos e sabedorias
Se doam na certeza de cada dia.
Assim são eles.

Filhos das periferias!

Filhos que sorriem ,choram
Acalentam quando os ignoram .

Trazem cores ,brilhos e emoção
E acreditam na transformação.

É quem diria…

Estes são os filhos das periferias!
                                                                                            (Rosana Victor)        

Aula do dia 29/06 – Informática para Internet (Blogs e Sites) e Indústria Cultural

Na última aula, os professres Moisés André e Adriana Facina entraram em cena e deram aulas de Informática para Internet (na parte de blogs e sites) e sobre a Indústria Cultural, respectivamente.

No primeiro tempo de aula, o professor Moisés André, que já deu aulas para os alunos anteriormente, falou sobre os blogs e sites, sobre como criar um blog e como mexer no mesmo, entretanto, por conta de um problema técnico com a internet, a aula teve de ser encerrada mais cedo, pois os alunos não estavam conseguindo acessar a mesma.

Após um intervalo um pouquinho maior, os alunos voltaram a sala, e tiveram aula com a professora e também Vice-Coordenadora Geral do curso, Adriana Facina (UFF) sobre a Indústria Cultural.

A professora iniciou a aula se apresentando aos alunos e ao final de sua apresentação, pediu para que eles também se apresentassem, um a um.

Depois, iniciou de fato a aula, fazendo um histórico da Indústria Cultural, desde o surgimento dessa expressão, criada no pós-Guerra, por Adorno e Horkheimer, e falando sobre o que é essa Indústria Cultural, e como Adorno e Horkheimer perceberam a existência dessa indústria cultural.

Após, falou sobre como os pensadores mostraram o fato de como essa Indústria consegue se manter, ainda mais naquela época, onde o mundo estava em plena crise dos anos 30.

Falou também sobre os perigos da “estilização política”, que foi mostrado por Walter Benjamin, que fala sobre como a indústria cultural influencia não só a política, mas também outras áreas.

A professora ainda fez durante a aula vários debates sobre os assuntos expostos na sala de aula, relacionando-os com o atual cenário, e sempre com a opinião dos alunos.

Bom, esse foi mais um resumo das aulas do curso.

Até o próximo post!

Por Victor Baetas

 

Aula do dia 22/06 – Comunicação Popular e Economia da Cultura

Nas aulas do dia 22, entraram em cena, para dar aulas de Comunicação Popular e Economia, o Repper Fiell (ex-aluno do curso) e o Prof. Samuel Araujo (UFRJ), respectivamente.

No primeiro tempo de aula, o Repper Fiell, iniciou a aula falando sobre a sua experiência na comunicação popular, nos seus 15 anos de carreira no Hip-Hop, e atualmente como diretor da Rádio Comunitária do Morro Santa Marta, e a partir daí, iniciou vários debates com os alunos sobre a comunicação popular, dando como exemplos, a própria rádio em que ele é diretor e o jornal Visão da Favela Brasil, em que ele publica suas matérias.

Falou também, sobre a música (Funk e Hip-Hop), o audiovisual, as roupas, o jornal e o rádio, em seu contexto na comunicação popular e como cada um deles tem a sua importância nessa comunicação e como cada um desses pode influenciar, realizando sempre debates em cada um dos tópicos com os alunos.

Após o intervalo, o professor Samuel Araujo deu a aula de Economia da Cultura para os alunos, onde ele abriu a mesma se apresentando, e depois, pediu para que cada aluno se apresentasse também.

Depois, iniciou a aula falando sobre a relação entre a economia e a cultura, onde nesse caso, as políticas públicas perceberam que a cultura tinha o seu valor.

Debateu ainda com os alunos sobre a pluraridade das culturas, e a economia em torno delas. Falou também sobre as políticas públicas que tentam beneficiar o aumento do capital (das gravadoras, por exemplo) entre outros assuntos, sempre com os alunos expondo suas opiniões e iniciando novos debates.

Após isso, mostrou uma apresentação de slides, falando sobre as tendências de mercado de música na comunidade da Maré, mas antes, ainda falou sobre o mercado e a sua definição, e o mercado como sendo “um espaço socialmente construído para a cessão gratuita, troca e venda de mercadorias”.

Falou sobre as questões em que se dá esse mercado, dando como exemplo, o Canecão, onde a Sony Music fez uma proposta a UFRJ para a administração compartilhada do espaço.

E já finalizando a aula, falou mais sobre a sua pesquisa, e mostrou dados obtidos na mesma, que vem sendo realizada desde 2004.

Bom, esse foi mais um resumo das nossas aulas.

Até a semana que vem com mais um resumo!

Por Victor Baetas

Aula do dia 15/06 – Legislação e Atividade Cultural e Patrimônio Cultural

Para as aulas do dia 15, entraram em cena, os professores Luiz Moncau (FGV) e a professora Pâmella Passos, e eles falaram com os alunos sobre Legislação e Atividade Cultural e Patrimônio Cultural, respectivamente.

No primeiro tempo de aula, o prof. Luiz Moncau abriu a aula falando sobre o que é o direito autora (que é o fato de que seja assegurado o crédito ao autor de uma obra e assegurar remuneração pelo esforço do mesmo), e o que ele protege, entre eles: Texto, música, filme, fotografia, softwares e etc. Falou também sobre a diferença entre o direito autoral (Lei nº 9610/98), propriedade industrial, marcas e as patentes.

Depois, falou sobre as ideias que regem o sistema, onde, de um lado, está o acesso a obra, sem o pagamento dos direitos autorais, e do outro, a proteção dos mesmos, por parte das gravadoras e etc.

Falou também sobre o domínio público, que nada mais é do que a expiração dos direitos do autor sobre a sua obra, que é válido até 70 anos após a morte do mesmo.

Fez ainda um histórico de como eram os os meios de comunicação nos anos 90 e nos dias atuais. Falou ainda sobre as relações de consumidor-produtor, de cultura em geral e a colaboração criativa.

E o professor finalizou a aula falando sobre os Creative Commons, que são as licenças para a utilização da obra, dependendo para que fim a mesma será utilizada. O Creative Commons não é a ideia de controle absoluto da obra e nem a de nenhum controle sobre a mesma, mas sim a ideia de se ter apenas alguns direitos reservados.

Após o intervalo, a professora Pâmella Passos deu aula sobre o Patrimônio Cultural para os alunos, onde ela abriu a aula com um trecho do filme ” Narradores de Javé”, que conta a história de uma cidade que, para não ser inundada por conta de uma barragem que será construída lá, teria que de alguma forma ser tombada, patrimônio histórico.

Depois desse trecho do filme, fez uma breve introdução sobre o patrimônio cultural e fez um questionamento aos alunos com a seguinte pergunta “Quem pode contar a História e pra quem ela vale?”, dando início a uma série de debates com os alunos, entre eles, o fato de como a cultura pode vir a ajudar outros setores da população e de como a cultura pode ser ácida, a ponto de fazer críticas a esses setores do governo.

Falou também sobre o que é o Patrimônio imaterial e intangível, e suas especificidades, dando exemplos sobre esses patrimônios imateriais, que estão tombados e em processo.

E já finalizando a aula, falou sobre os processos de tombamento e o que é necessário para que se realize esse tombamento e ainda leu o poema de Bertold Brecht, “Perguntas de um operário”, para finalizar de vez a aula.

Bom, esse foi mais um resumo das aulas do nosso curso.

Até a próxima!

Por Victor Baetas

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